Com palavras carregadas de emoção e revolta, Venâncio Mondlane afirma que os sinais das cheias já eram conhecidos, os alertas já existiam, os riscos já estavam no mapa — mas, segundo ele, nada foi feito a tempo. Hoje, com casas destruídas, famílias desalojadas e sonhos levados pela água, surgem discursos de preocupação que, para muitos, chegam tarde demais. “Não é agora, depois da tragédia, que se mostra amor pelo povo”, defende Mondlane. Ele questiona a reação tardia das autoridades e diz que
🚨💔 “Eles sabiam… mas escolheram ficar em silêncio!” — Venâncio Mondlane levanta a voz sobre as cheias 💔🚨
Com palavras carregadas de emoção e revolta, Venâncio Mondlane afirma que os sinais das cheias já eram conhecidos, os alertas já existiam, os riscos já estavam no mapa — mas, segundo ele, nada foi feito a tempo. Hoje, com casas destruídas, famílias desalojadas e sonhos levados pela água, surgem discursos de preocupação que, para muitos, chegam tarde demais.
“Não é agora, depois da tragédia, que se mostra amor pelo povo”, defende Mondlane. Ele questiona a reação tardia das autoridades e diz que o sofrimento do cidadão não pode virar palco de teatro político nem ferramenta para limpar imagens manchadas pela inação.
Enquanto o povo chorava avisos ignorados, a natureza respondeu sem piedade. E agora — pergunta ele — quem responde pelas perdas? Quem consola as mães, os pais e as crianças que ficaram sem nada? Quem reconstrói o tempo perdido?
Esta não é apenas uma crítica — é um grito de dor, de indignação e de despertar. Porque quando a prevenção falha, não é só a infraestrutura que cai — cai também a confiança.
Moçambique precisa mais do que discursos depois do desastre. Precisa de ação antes dele. 🇲🇿

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